Transplante de cocô - Sim, existe!


Quando ouvimos a palavra "transplante" sempre imaginamos uma cirurgia onde o paciente adquire alguma coisa útil, como um rim, um fígado, uma córnea.
Órgãos que não crescem caso não existam mais ou estejam com problemas.

Obviamente que jamais pensariamos em transplante de COCÔ, afinal, cocô não é algo "útil" já que o excretamos, e sempre temos mais, todo dia acumula mais, é caganeira para uma vida toda, qual a utilidade de por cocô dentro de alguém?

A real é que o transplante existe, mas não é chamado de "transplante de cocô" (ou para os mais práticos: "transfusão de bosta") mas sim de "bacterioterapia fecal"
Acontece que existe uma condição médica chamada "colitis pseudomembranosa", que trocando em miúdos é uma infecção nas tripas.
Além de febre, dores abdominais e a inevitável diarréia que acompanha qualquer desequilíbrio intestinal, a colitis pseudoseilaoque esculhamba a flora intestinal composta por bactérias que vivem aí no seu cu.

E pra consertar o estrago, uma das alternativas é transplantar cocô “sadio” de um doador compatível pro bumbum doente.

Isso que você leu, DOADOR COMPATÍVEL, não pode ser qualquer cocô - cus são exigentes.
E espera-se, assim, que as bactérias que vierem de carona se proliferem no intestino do receptor e reestabeleçam o ecossistema microbiológico lá dentro.

Deve ser bem frustante se especializar em transplante de cocô, mais difícil ainda explicar isso para as pessoas.
Pense nisso da próxima vez que você for sujar a porcelana, garanto que isso não estava nos seus pensamentos da última vez que você sentou no trono.

1 Comentários:

Carina Silva disse...

Será que dá pra vender as Trakinas de chocolate? Vou tentar descolar uma graninha na próxima vez que eu cortar o rabo do macaco.

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