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Propagandas antigas de drogas hoje proibidas

Heroína? Cocaína? Ópio? Hoje o porte dessas drogas é proibido e garante uma passagem para a cadeia, mas nem sempre foi assim. Anunciadas de diversas maneiras, no passado essas drogas eram protegidas de seus fabricantes, que, com o pouco conhecimento que se tinha na época, gostavam de apontar os vários supostos benefícios que elas possuíam.
O Leis de M.E.R.F. não faz apologia a nenhuma droga, o conteúdo aqui é exclusivamente para conhecimento.

HEROÍNA. por Bayer

A Bayer, por volta de 1890 até 1910, divulgava o seu produto indicado como substituto não viciante da morfina, e também para tratamento de tosses infantis.

Vinho de Coca
A Metcalf era responsável pela produção de um vinho contendo coca. Claro, esse era só um entre várias outras opções disponíveis no mercado, e as empresas que os produziam sempre afirmavam que os vinhos possuíam efeitos medicinais. Ninguém nunca mencionou o fato de eles venderem tanto talvez pelo efeito recreativo que possuíam.

Vinho Mariani

Lembram quando eu disse que haviam várias opções quando se tratava de vinhos com coca? O exemplar da Mariani, que circulava por volta de 1865, era o mais popular de seu tempo. Tamanho sucesso que o Papa Leão XIII sempre carregava um frasco com a bebida consigo, e ainda por cima premiou o criador Angelo Mariani com uma medalha de ouro.

Maltine
Os vinhos com coca eram uma ideia tão difundida na época que nem as crianças eram poupadas. A Maltine Manufacturing Company, de Nova York, indicava a seguinte dosagem: "Uma taça cheia junto com, ou imediatamente após, as refeições. Crianças em proporção.”

COCAÍNA. por C.F. Boehringer & Soehne
 A C.F. Boehringer & Soehne, localizada em Mannheim, Alemanha, tinha orgulho de ser  "A maior produtora de quinino e cocaína do mundo", como pode ser visto nesse peso de papel promocional da empresa.

Glico-Heroína
A Heroína já foi massivamente divulgada por sua suposta função analgésica e benefícios em relação a asma.
A empresa Martin H. Smith Company, de Nova York, misturava heroína com glicerina para tornar o opiáceo, que era amargo, mais "saboroso" para ingestão oral.

Asma? Use Ópio
Esse National Vaporizer Vapor-OL era o medicamento indicado para tratamento de asma e outras doenças respiratórias. O líquido era colocado em uma panela e aquecido por um lampião de querosene.


Tabletes de Cocaína
Em 1900, esses tabletes de cocaína eram considerados "indispensáveis" para oradores, professores e cantores. Além de "aliviar as dores de garganta", eles também davam um efeito "animador" para que o falante alcançasse o máximo de sua performance.

Dor de Dente? Drops de Cocaína!
Em 1885,  crianças com dor de dente recebiam como tratamento dropes de cocaína. Não apenas eliminava a dor "instantaneamente", ela também dava um efeito "alegre" para a garotada.

Ópio para recém-nascidos
Antigamente, caso você quisesse acalmar bebês recém-nascidos, não precisava ficar horas balançando o bebê no colo. Bastava dar um pouco de ópio.
Esse sedativo, vendido pela Stickney and Poor, era uma mistura de ópio de álcool, e possuía até doses específicas para cada faixa-etária dos bebês, como pode ser visto na imagem.
"Até 5 dias de vida - 5 gotas.
Até 2 semanas de vida - 8 gotas.
Até 5 anos de idade - 25 gotas.
Adultos - Uma colher de chá."
O produto era muito potente, e possuía um teor alcoólico de 46%.

Fonte: Hypescience


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Como funcionam as letras e números nas placas de automóveis?

No Brasil, todo veículo automotor precisa ser emplacado, e essas placas seguem o padrão de 3 letras, seguidas de 4 números, como por exemplo "AAA-0000".
Ok, tudo bem, mas de onde vem essa sequencia? Qual é a lógica por trás dessa série alfa-numérica?

A sequência de letras e números varia com base do local onde é emplacado. Cada estado possui suas combinações próprias, que são distribuidas de forma cronológica de emplacamento ou licenciamento.

As placas possuem essa série alfa-numérica, e acima disto, há a cidade e o estado onde o veículo foi emplacado, mas é possível ver placas com combinações e cidades-estados trocados.
Por exemplo, como pode ser visto na lista abaixo, um veículo emplacado no Mato Grosso do Sul poderia ter as letras inciais "HQB", mas você vê um carro cuja placa é "São Paulo-SP HQB-XXXX".
Como isso acontece?

Simples: Se o dono do veículo muda de endereço, apenas a indicação de cidade e estado é mudada. Assim, o carro está registrado em SP mas foi emplacado originalmente em MS.
As placas seguem esse padrão desde 1990, quando pararam de seguir o modelo antigo, que era composto de 2 letras e 4 números.

É possível escolher as letras das placas, como por exemplo, se uma mulher se chama Beatriz, ela pode opinar por uma placa cujas letras sejam BIA. Donos de BMW podem escolher placas que contenham as letras BMW, nessa ordem (porque em ordem diferente não faria sentido).
Mas não é tudo liberado. No estado de São Paulo, por exemplo, é proibida a combinação de letras que possam indicar algum tipo de ofensa, como CUS, GAY ou CKH.

A lista de emplacamento por estado pode ser vista abaixo:

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O primeiro "iPhone" da Apple de 1983

Em 2007 Steven Jobs revolucionou o mundo dos smartphones quando apresentou o iPhone, modificando para sempre o jeito que lidamos com nosso companheiro diário, o celular.
Mas o iPhone não foi o primeiro telefone da Apple.

O primeiro telefone da Apple é bem diferente do que se conhece pelo iPhone. Ele foi sonhado e concretizado não em 2007, mas em 1983, por Hartmut Esslinger. Ele nem é um celular, mas sim um telefone fixo, branco e bem moderno no quesito design (percebam a maçã colorida no maior estilo tecnologia dos anos 80 impressa ali).
O aparelho ainda contava com uma tela sensível ao toque que era usada com uma caneta; Os primordios da tecnologia touchscreen.
Mas o aparelho não durou muito. Na verdade, ele nem foi comercializado, porém, com toda certeza não foi esquecido, já que podemos ver a influência que ele teve nos gadgets da Apple de hoje em dia.
Particularmente, não me importaria de ter um desses em casa hoje.


Via: Papel Pop
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A Origem de 9 superstições

1.Dá azar abrir um guarda-chuva dentro de casa

A origem, segundo alguns, vem dos gaurda-sóis nos tempos egipcios, com faraós e tudo mais, mas a versão mais aceita é de que a superstição provem da Inglaterra Vitoriana.
Acontece que na Londres do século XVIII os guarda-chuvas, de metal e a prova d'água, possuiam um mecanismo rígido, que era um perigo real se aberto dentro de casa, podendo ferir gravemente um adulto ou uma criança, isso quando não quebrava algum objeto dentro do estabelecimento, causando discussões entre familiares e amigos. Um verdadeiro azar. A crença muito provavelmente surgiu para evitar que as pessoas abrissem esses objetos dentro de casa.


2. Dá azar passar por baixo de escada

Essa crença vem, de fato, dos egípcios, por volta de 5.000 anos atrás. Acontece que uma escada inclinada e encostada em uma parede forma um triângulo, cuja forma era considerada um símbolo sagrado para eles (Acho que tivemos os primeiros Hipsters da história aqui), tão poderoso que era demonstrado em suas construções mais grandiosas: As Pirâmides.
Passar por uma escada encostada, ou melhor, pelo triângulo que ela formava, era claramente um insulto aos deuses, e por sua vez, uma tentativa calculada de profaná-los.
A crença seguiu as eras e foi adotada por cristãos. Como tivemos uma escada descançando sobre a cruz, a mesma acabou se tornando um símbolo de traição e maldade.
Na Inglaterra de 1600, os condenados precisavam passar por baixo de uma escada no seu caminho para a forca.

3. Espelho quebrado dá 7 anos de azar

Na Grécia antiga não era difícil encontrar pessoas que iam "se consultar" com videntes de espelho que contavam suas sortes através de seus reflexos. A adivinhação consistia em água e um espelho. O espelho era mergulhado em água e a pessoa deveria olhar seu reflexo. Se fosse claro, ela estava bem, se não, ela iria morrer.
Já em Roma foi adicionado um detalhe: Naquela época, as pessoas acreditavam que a saudade mudava em um ciclo de 7 anos. Portanto, uma imagem destrocida resultaria em espelho quebrado, e assim, em uma vida cheia de má saúde e infortúnios por 7 anos.

4.Se derramar sal, jogue um pouco para trás, sobre seu ombro esquerdo, para evitar azar.

Essa é antiga, vindo desde 3.500 anos a.C. por intermédio dos Sumérios, onde eles anulavam a sorte jogando um pouco de sal por cima de seus ombros esquerdos. Esse costume seguiu para egípcios, os assírios e, mais tarde, os gregos. O azar por derramar sal vem do valor que esse composto tinha nos tempos antigos (Lembram quando eu postei sobre a origem da palavra salário aqui?). Derramar sal era o mesmo que queimar dinheiro naquela época, justamente proque sal valia inclusive como pagamento. Para evitar uma vida de pobreza, que seja feito um ritual contra azar - que é justamente jogar sal sobre o ombro esquerdo.

5. Bater na madeira para evitar decepção.

Costume muito comum, a origem tem muitas variantes. A mais conhecida é a de que, em tempos antigos, as pessoas, ao fazerem um juramento, precisavam segurar um crucifixo, que geralmente é feito de madeira.
Outra hipotese vem do costume de antigos camponeses europeus baterem na madeira para afugentar espíritos do mal.

6.Sempre "Deus abençoe" um espirro.

No Brasil, é uma questão até de educação falar "saúde" após ver alguém espirrando. Em países de língua inglesa, a expressão toma a forma de "Bless you" ou "(Deus)Abençõe você".
Em várias culturas ao longo da história o espirro foi tratado como a expulção de espíritos malignos, mas ganhou força mesmo no século VI d.C., por ordem expressa do Papa Gregório, o Grande.
Era época de peste na Itália, e o Papa Gregório ordenou que os saudáveis orassem pelos enfermos. Como o primeiro sintoma da peste era espirros crônicos, sempre que alguém espirrava, a pessoa próxima falava "Deus abençõe  você". Se estivesse sozinha, a pessoa deveria falar "Deus me abençõe".

7.Pendurar uma ferradura em forma de U na porta traz boa sorte.

Os Gregos tinham o ferro como um elemento que afastava o mal e acreditavam que a Lua Crescente afugentava a infertilidade e a má sorte. Alguma semelhança com a ferradura? Na mosca.
Dos Gregos para os Romanos, e assim para os Cristãos, a crença da ferradura como símbolo de bons agouros se perpetuou.
Nas Ilhas Britânicas da Idade Média, onde o medo de bruxaria era intenso, as pessoas penduravam as ferraduras nas portas. Se perpetuou também a crença de que bruxas tinham medo de qualquer coisa ligada a cavalos. Achar uma ferradura que já havia sido usada por um cavalo era tirar a sorte grande.

8. Se um gato preto cruzar seu caminho é azar (ou sorte)

Pobres gatos,. São alvos de superstições desde os tempos mais antigos da humanidade, com direito a sorte e azar para eles e relacionados a eles.
Os egípcios veneravam os gatos, sejam eles pretos ou não. E se um gato cruzasse seu caminho, fosse ele pretou ou não, era sinal de boa sorte.
Essa ligação de sorte com os gatos (principalmente os pretos) só foi vista de novo em meados do século XVII na Inglaterra, quando o rei Charles I tinha um gato preto como animal de estimação.
Quando seu mascote morreu, ele disse ter lamentado que sua sorte tinha ido embora. O azar foi novamente atribuido ao gato preto quando, no dia seguinte, o rei foi preso, acusado de alta traição.
No resto da Europa, a má sorte era atribuida a estes felinos por serem considerados os parentes de bruxas, ou até mesmo as próprias bruxas disfarçadas. Quando um cruzava seu caminho era sinal de que o diabo estava observando você.

9. O número 13 traz azar.

Essa crença vem da mitologia nórdica, quando, conta a lenda, houve um jantar entre 12 deuses no Valhalla, a sala do banquete, em Asgard, a cidade dos deuses.
Loki, o deus da discórdia e do mal, acabou por aparecer mesmo sem ser convidado, aumentando o número de participantes para 13. Os outros deuses tentaram expulsar Loki, e na luta que se seguiu, Balder, o favorito entre eles, foi morto.
Os nórdicos evitavam jantares de 13 convidados, assim como tudo relacionado ao número 13.
A crença foi reforçada na Era Cristã quando, na Ultima Ceia, Judas, o discípulo traidor, foi, de acordo com a história, o 13º convidado.

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Sunken Bridge

Você provavelmente se deparou com a imagem acima em algum momento nas últimas semanas. Ela vem circulando na internet e me chamou muito a atenção pela sua singularidade. Uma ponte "dentro" d'água.
Resolvi pesquisar a procedência da ponte e descobri que ela é, de fato, real (e não alguma peça em alguma amostra de design ou de algum conceito, como eu suspeitava inicialmente).
Ela se chama Sunken Bridge, e está localizada na Holanda, mais precisamente cortando o lago Fort de Roovere, um dos vários criados como linha de defesa dos Países Baixos contra a França e Espanha.
Projetados e executados no século XVII, os lagos são profundos o suficiente para que exércitos não conseguissem atravessá-los a pé, mas rasos o suficiente para que não fossem navegáveis. A ponte foi contruída dessa maneira pois, ao nível da água, não é vista de longe por possíveis embarcações menores que possam tentar atravessar o lago e estreita o bastante para que, em caso de invasão, não fosse possível que um número alto de soldados a cruzassem por vez.
Também conhecida como "A Ponte de Moisés", por dividir as águas do lago, a Sunken Bridge é feita de Accoya, um tipo de madeira que passa por um processo atóxico que a protege de fungos, dando uma maior durabilidade para a ponte.

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Como se produz leite sem lactose?


Lembram quando postei sobre como se fazia café descafeinado ou cerveja sem álcool? Pois então, hoje decidi desafiar a lógica mais uma vez e mostrar como se produz leite sem lactose.
Antes de começarmos precisamos definir 3 coisinhas básicas:

1ª) O que é lactose?
R.: Em palavras bonitas, lactose é um tipo de glicídio que possui ligação glicosídica e que é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, sendo assim, um dissacarídeo. Já em palavras mais simples, lactose é o açúcar presente no leite e em todos os seus derivados, sendo composta por dois açúcares: a glicose e a galactose.

2ª) O que é alergia a lactose?
R.: Uma pesquisada rápida na internet oferece como resposta que, a alergia à lactose é dada quando o organismo do indivíduo oferece uma resposta imunológica para alguma proteína presente no leite (é possível achar esta condição atendendo pelo nome de "Alergia à proteinas do leite"). Ou seja, o organismo da pessoa interpreta esta determinada proteína como um corpo estranho, e responde da mesma forma que responderia caso o corpo estivesse infectado por um vírus ou por uma bactéria, por exemplo. O indivíduo pode sofrer de  diarréia, urticária, sintomas respiratórios como a asma e até febre. Até o diagnóstico de um especialista, o leite deve ser totalmente cortado da dieta de um alergico à lactose.

3ª) O que é intolerância a lactose?
R.: A intolerância a lactose é uma situação mais fácil de ser contornada, e muitas vezes não é necessário retirar o leite e seus derivados da dieta. Em uma pessoa comum, a lactose é "quebrada", sendo possível ser digerida pelo organismo, por uma enzima chamada lactase. A maioria dos mamíferos só produz essa enzima na época de sua amamentação, parando de produzí-la na fase adulta. O ser humano é um dos poucos mamíferos que continua produzindo esta enzima por toda a vida. Bem, nem todos. Algumas pessoas apresentam deficiência na produção de lactase, o que ocasiona uma má digestão de lactose pelo organismo. Sendo assim, este açúcar acaba acumulando no intestino e acaba sendo fermentado por bactérias, e isto causa diversos sintomas desconfortáveis, como flatulência, mal-estar e diarréia. O problema pode ser solucionado com a ingestão de suplementos que contenham a enzima lactase, o que normaliza os níveis dela no organismo, ou ingerindo leite (e derivados) com baixo teor de lactose. Mas afinal, como eles são produzidos?

Assim como a cafeína parece algo essêncial para o café, e o álcool para a cerveja, a lactose parece algo essêncial para o leite, mas assim como nos outros exemplos, não precisa ser.
O que acontece é que, no leite sem lactose, os níveis de lactose são muito menores do que em leites comuns, chegando a beirar os 90% de redução. Como podem ver, não há, de fato, uma ausência deste açúcar no produto final.
O leite é retirado de vacas comuns, mas para que sofra a redução de seus açúcares, é necessário que haja um processo de "quebra" dessas moléculas. O processo é simples e consiste basicamente na adição de enzimas ao leite antes de ele ser envasado.
A quebra da lactose faz com que o leite possua um excesso de glicose e galactose, açúcares menores e de mais fácil digestão pelo organismo. Devido a isto, não seria surpresa caso você ache o leite "sem" lactose um pouco mais doce que o comum.
Mesmo sendo de mais fácil digestão, este novo produto apresenta as mesmas propriedades nutricionais que o original, sendo possível utilizá-lo em receitas.


Caso a pessoa seja de fato alérgica à lactose e não possa consumir nem a menor quantidade deste açúcar, é possível ainda encontrar no mercado Leites longa vida feitos a base de cereais, totalmente desprovidos de qualquer restício de lactose.



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10 ideias bem erradas que existem sobre a África

Um país composto de um deserto enorme onde todos os seus habitantes negros habitam cabanas.
A frase acima contém erros absurdos que normalmente são cometidos quando nos referimos à África. Abaixo, uma lista dos mais comuns:

10. A África é um país.

 Não, a África NÃO é um país. Pode parecer absurdo mas muita gente acha que este continente é na verdade um país. Composto de 61 países, ou territórios independentes, a África possui mais de 1 bilhão de habitantes, se tornando o continente mais populoso do mundo depois da Ásia.

9. A África é composta somente por um deserto.
É uma das principais ideias que se tem da África: O continente é todo um grande deserto. Mentira. Ok, é lá que localizamos o Saara, o maior deserto de areia do mundo, mas isso não significa que só há ele por lá, a África apresenta um rico ecossistema com florestas tropicais, savanas e até montanhas onde há neve no cume.

8. Todos os Africanos vivem em cabanas.
A África possui a fama de continente atrasado, e talvez por isso tenhamos a ideia de que todos os seus habitantes moram em cabanas feitas de palha, madeira e barro. A África, no entanto, tem moderníssimos centros urbanos, nos quais vive, na realidade, a maior parte da população. As pessoas que habitam tais cabanas geralmente vêm de grupos tribais que conservam suas vilas no mesmo estado há muitas décadas. Uma situação parecida com a do Brasil, onde temos tribos indígenas que ainda preservam seus antigos costumes de habitação.

7. Os Africanos possuem comidas estranhas.

 No quesito comida, todo lugar possui suas particularidades culinárias, que podem ser estranhas aos olhos de alguma outra cultura, mas em cidades africanas é possível encontrar opções de comidas encontradas em qualquer outra cidade ocidental, incluindo as redes de fast food.

6. Há animais selvagens por toda a parte 
O número de leões e zebras que você vai encontrar nas cidades africanas é igual ao número de leões e zebras que você vai encontrar se visitar qualquer outra cidade ocidental: zero. As condições urbanas não são favoráveis para o desenvolvimento de animais selvagens, assim sendo, eles só são encontrados em seus habitats naturais, que são constantemente devastados pelo avanço das cidades, levando várias espécies ao risco de extinção. Se você quiser ver algum animal selvagem na África, terá que fazer uma viagem especialmente para este fim.

5. A África é excluída digitalmente
 Muita gente se surpreende pelo simples fato de um africano usar a internet! Muita gente acha que a população africana não possui acesso à tecnologia, o que é errado. As inovações da era digital não são uma exclusividade que não inclui a África, sendo este um continente onde tudo que encontramos em lojas de tais ramo em qualquer outra cidade do mundo também podem ser encontrados por lá.

4. O Idioma "Africano" 
 Se tem tanta gente que acha que a África é um país, não é de se surpreender que muita gente também ache que existe o idioma "Africano". Muito disso pode ser culpa do Google Translator, que possiblita uma tradução em um idioma "Africano", o que na verdade não existe. O continente possui pelo menos 305 dialetos diferentes, e isso inclui línguas muito conhecidas, como Inglês, Espanhol, Francês e até Português!

3. A  África possui poucos hotéis
 Não é nem um pouco difícil encontrar hospedaria em uma visita ao continente africano. As maiores cidades do continente dispõem de dezenas de hotéis disponíveis para turistas. Só nas oito maiores cidades da África do Sul, o país mais ao sul do continente, existem 372 hoteis.


2. Os Africanos não sabem o que é um banheiro
Há quem pense que todo africano é obrigado a usar arbustos ou buracos no chão para "se aliviar". Isso existe, sim, se você esiver em uma tribo muito isolada, do contrário, toda casa africana possui um vaso sanitário muito parecido com o que você tem na sua casa.

1. Todo Africano é negro.
 Esse talvez seja o maior erro de todos e o mais comum também. Da mesma forma que houve miscigenação de raças na América, devido às intensas migrações de europeus, a África também recebeu essas misturas. Em países como a Namíbia, por exemplo, há famílias africanas brancas descendentes de franceses, holandeses e portugueses. Mas não há apenas isso: o continente também abriga grandes comunidades de indianos, chineses e malaios, de modo que não se pode falar em “raça africana”.
Não é raro ouvir negros sendo chamados de "afrodescendentes". Isso não é totalmente errado, dependendo do caso, mas não é só na África que povos de pele escura se desenvovleram. Isso pode ser observado na história em regiões da Oceania, Ásia e até Américas. Quase podemos falar que não existe uma “raça negra”. Muitas pessoas acham que todos os negros são da mesma raça ou grupo étnico, incluindo aquelas que descrevem a própria descendência como sendo, por exemplo, ¼ britânicos, ¼ hispânicos, ¼ russos e ¼ “negros”.
Isso é um engano pois  há várias características físicas dissonantes entre os povos de pele escura. As diferenças começam pela própria tonalidade: alguns povos têm a pele mais “avermelhada” ou mais marrom do que outros, e alguns são menos escuros, sem levar em conta a miscigenação, formatos de nariz, boca ou cabelos. Não é possível falar, portanto, em “negros” simplesmente.

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